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A mostrar mensagens de Agosto, 2008

Gosto de ti...

"Gosto de ti desde aqui até à lua,gosto de ti desde a lua até aqui" (André Sardet)

Gosto desta canção e mais ainda desta história:

A Pequena Lebre Castanha, que se ia deitar, agarrou-se bem agarrada às orelhas muito compridas da Grande Lebre Castanha. Quis ter a certeza de que a Grande Lebre Castanha estava a ouvir.
- Adivinha quanto eu gosto de ti - disse ela.
- Ora bem, acho que não consigo adivinhar isso- disse a Grande Lebre Castanha.
- Gosto assim- disse a Pequena Lebre Castanha, esticando os braços o mais que podia. A Grande Lebre Castanha tinha uns braços ainda maiores. Mas eu gosto de TI assim- disse ela.
«Humm, é muito», pensou a Pequena Lebre Castanha.
- Gosto de ti esta altura toda- disse a Pequena Lebre Castanha.
- E eu gosto de ti esta altura toda- disse a Grande Lebre Castanha.
«É mesmo alto», pensou a Pequena Lebre Castanha. «Quem me dera ter uns braços assim.»
Então a Pequena Lebre Castanha teve uma boa ideia. Fez o pino, encostada ao tronco muito esticadinha.
- Gosto d…

Retalhos do Verão 2008

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E começa a viagem...



Já diz o ditado que "quando um burro fala o outro baixa as orelhas".



Mas onde é que eu vim parar?


Nunca imaginei um Safari num tractor, mas à falta de melhor...

Afinal estou na terra dos Lúmeres...



Não, não fui para África...



Mas corri muitos perigos...


No campismo não seria pior...


o amarelo, o azul, o branco das casas, das igrejas, dos prédios.


"Ceú Azul com mar ao fundo".


Do ponto onde Vasco da Gama terá levantado âncoras...


Passar para a outra margem foi lindo...sem dúvida que fica na memória da Barqueira simpática.


Esta nem merece comentários...nem a foto, nem o cenário da tasca, nem o prato de sopa (de arroz doce)!


Para digerir descida até à praia da Galé...


Mas subir foi bem pior...


Mas houve tempo para o merecido descanso...


Ao fundo as ilhas convidavam...


Na...o tempo parece não ajudar.


E do alto do castelo...


Soou Madama Butterfly.


Até um dia...

As férias...há ir e voltar.

O voltar é sempre mais difícil, mais penoso e pelo retrovisor deitamos um olhar ao que fica, aos passeios pela praia, às esplanadas ao sol, aos banhos de mar,aos geladinhos...
Para trás fica um Alentejo que se vai colando às confusões do vizinho Algarve, ficam as praias da Costa Alentejana,o cheiro do peixe no carvão em Porto Côvo, a travessia do rio em Vila Nova de Milfontes, a Lagoa de Santo André, e as pequenas paragens já na volta para Norte...
E já quase suspiro por férias novamente porque, no fim de contas, não houve descanso possível na correria do aproveitar ao máximo o tempo. Mas afinal como se aproveita o tempo? Que valor damos ao que fazemos em cada momento das nossas vidas? Como se mede ou valoriza as horas que vivemos? E se fosse possível não dormir para termos mais tempo ainda?
E por mais interrogações que se façam os dias avançam, o "meu querido mês de Agosto" já lá vai, as preocupações começam a povoar o pensamento e mentalizo-me do quanto irá custar madrugar na…

Oficialmente...

Oficialmente de férias, em tempo ocioso e sem nada para fazer.
Nada, que me faça ver tudo de modo diferente, nada com interesse.