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A mostrar mensagens de Outubro, 2006

O QUINTETO

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Ai que saudades!

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Que saudades dos tempos de estudante...
Que saudades do tempo da latada que, ano após ano, em Outubro/Novembro nos brindava com noites de folia e dava as boas vindas aos recém chegados caloiros...Ah e como Coimbra sabia (e sabe!!) receber bem! Agora apesar de ser uma mera expectadora destas andanças, não deixo de viver todos estes momentos de um modo muito especial. Que saudades que eu tenho da noite da serenata...ou do sarau no Teatro Académico de Gil Vicente com todos os grupos da Academia...que saudades da noitada nas cantinas dos grelhados com o pessoal da TAUC depois do nosso concerto de abertura do sarau... Que saudades das noites do pavilhão...de "rapar o frio" ao passar na ponte, de me "perder" na barraca do pão com chouriço às tantas da madrugada... Que saudades do cortejo, de ver os caloiros na rebaldia total...que saudades do jantar no Hidro Mel, de ouvir o Quim Barreiros e dançar a música pimba... Que saudades de tudo....quer dizer menos de algumas coisas. Mas…

Não basta...

Não basta um telefonema para esquecermos tudo o que ficou para trás...
As coisas boas guardo-as sempre comigo.
Não basta uma palavra para reconsiderar tudo o que antes foi mal feito...
O momento oportuno é muito importante.
Não basta querer ir e integrar-me...
A reação dos outros será fundamental.
Não basta "querer estar por lá"...
Tenho medo que ainda estejas por lá.
Não basta pensar e sentir-me derrotada...
É importante saber que alguém contribui para isso.
Não basta apagar o passado...
Ele faz sempre parte do presente.
Não basta pensar nos bons amigos...
Temos que pensar nos que não gostam de nós.
Não basta querer...
É necessário poder.
Não basta querer voltar...
Tenho medo do meu regresso.

Mudar de casa!

Mudar de casa...sim...vou fazê-lo pela milésima vez e não vejo maneiras de terminar com este modo de vida nómada a que me habituei. Por um lado, não existe tanta monotonia, não permanecemos anos dentro das mesmas quatro paredes, mas vai sendo cada vez mais complicado "saltitar" com a tralha às costas. Aproveito estas alturas para me "desfazer" das más recordações e fazer uma limpeza de tudo quanto me possa deixar menos feliz (fotos, roupas e tudo o resto que já não me interessa). Espero um dia, ter a minha própria casa bem perto do meu local de trabalho, mas por agora só tenho a minha casa em Esposende e como ainda não tenho emprego fixo, não me posso aventurar a comprar casa. Hoje em dia, cada vez mais nos é exigida uma maior mobilidade no trabalho, e isso não me assusta mas, de certo modo, dificulta e muito as coisas. Mas venha esta nova fase...depois de viver algum tempo sozinha num T3 desta vez vou ter companhia.