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A mostrar mensagens de Setembro, 2010

Lua

A caminho do quarto crescente, de tons alaranjados, recortada sem qualquer tipo de névoa assim se põe a Lua de hoje, fazendo com que a imagine vista do cimo de um monte, da praia ou de qualquer lugar onde possa sorver estas cores, estas formas...
Pena não haver foto, mas estava linda, sendo possível ignorá-la, antes desejando ficar mais perto, ainda mais perto...

Hoje...

As horas são mais esquivas se sair de casa e vaguear...
Já depois do meio dia peguei na borboleta e rumei ao sítio que me conforta o coração, onde a minha vista se perde no mar nos tons de azul e verde...
Hoje, incrivelmente, não andava quase ninguém na ciclovia, os restaurantes junto ao mar, na zona do Guincho estavam cheios...foram-se as filas do verão para estacionar junto às arribas, foram-se as pessoas aos magotes que por ali passeavam...
Agora está tudo enfiado nos inúmeros Shoppings a comprar tudo e mais alguma coisa...há pouco apeteceu-me ir ao cinema mas depressa perdi a vontade só de pensar na confusão, no barulho, na multidão...

Do (jardim) México...

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Green Carpet (para as madames de saltos não cairem)

O lago foi totalmente recuperado...dias antes ninguém diria que teria este enquadramento fabuloso!








Susana e eu com as "tshirts oficiais"






Há uma colecção imensa de cactos....
Uma parte da equipa...

The last day...

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Do Verão...

No monte da Lua#2

E como não foi possível tirar qualquer tipo de férias até ao momento, felizmente o trabalho permite-me ir ao México...
Ir num pé e vir noutro...

Agora mesmo

O "fucking amazing" do Robbie continua a rodar, alheio ao cheirinho da vela de maça que se espalhou pela sala, às saudades,  ao tempo que gasto (inutilmente) a impor objectivos, perdida numa névoa de revolta, de antíteses, de dúvidas e de certezas servidas num menu gourmet que não expurgo de mim.
E por falar em menu dou por mim às 11h00 da noite a cozer massa, a desfiar alface, tomate, pedacinhos de pimento, a juntar atum, cenoura, milho, queijo fresco, óregãos...é que não há quem aguente mais comer sandes ao almoço...

É...

É uma sensação horrível...
Quando perdemos o controlo de nós próprios...
Como se a nossa consciência vivesse num limbo vetando a verdade...
Respirando essa miragem de que um dia toquei as estrelas e agora não as vejo mais...
Apenas vazio, ocre...
Realidade...

Tonta ao Quadrado

Afinal de contas levei banhada...

Pensamento do final do dia...

"A demagogia é a capacidade de vestir as idéias menores com as palavras maiores."

(Abraham Lincoln)

Da oitava maravilha...

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Ver para crer....

A propósito...

Solidariedade

Estou solidária com esta gente

Eu pensava que tinha problemas (graves) informáticos no trabalho mas esta juíza deve ter impressoras do outro mundo e sistemas operativos de uma geração que ainda estaremos para conhecer...
E técnicos da Microsoft a demorarem uma semana a resolver um problema?
Medonho!!!

A pensar

Ontem quando fui caminhar já senti o fresquinho dos primeiros dias de Outono que se avizinham...É como se um longo verão tivesse passado sem, apesar disso, ter vivido dias compridos de sol, com direito a pôr do sol e momentos de lusco-fusco, sem esplanada com cerveja, amendoins ou tremoços, sem sardinha assada, sem caminhadas...
Nada nos será devolvido mas ainda assim é bom pensar em tudo isso de bom...

Sunny Morning

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Elina

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Atravessa o corredor em direcção á sala da música, sorridente, elegante, muito bonita, de pele muito branquinha, envergando um Stradivarius e sorri. Depois faz uma pequena pausa, num silêncio de olhos fechados quebrado por uma respiração que dá início ao que eu chamo um momento prodigioso. Interpreta a Ciaconna parte de uma partitura que Bach escreveu para violino solo. Pela particularidade da obra investigo um pouco mais da mesma e a Wikipedia refere que terá sido escrita pouco tempo depois da morte da primeira mulher de Bach, Barbara. Só isso explica a intensidade que reveste ou, pelo menos, a Elina assim a dedilhou levando-me a pensar que ela, tal como os outros músicos de câmara presentes são pessoas diferentes pelo seu trabalho pois há muito de genialidade, de capacidades que mais ninguém tem. Também representa muito trabalho, mas há muito para além disso e estas pessoas vivem momentos únicos e fazem-nos sonhar levados por esses minutos em que devolvem concentração, energia e ent…

So far

"The past beats inside me like a second heart".
(John Banville in The Sea)

Talvez das poucas frases que entendi...

Cake

Fazer um bolo aqui em casa parece que é experiência para não repetir. Hoje deu-me para experimentar o forno ao fim de 4 meses e parece que não funciona lá muito bem. Agora estou sentada no sofá com o pc ligado à bateria porque mais nada pode estar a funcionar ligado à corrente e de 5 em 5 minutos levanto-me para ir desligar o forno, ir ao quadro eléctrico e ligar novamente o interruptor diferencial e voltar a ligar o forno.
É um exercício interessante e pelo meio há estoiros e faíscas! E lá para as 17h00 tenho bolo que deve estar prontinho para deitar ao lixo!

cazzo!

A....

A procurar minimizar esta dor de estômago horrorosa que me acompanha desde ontem, fruto de um croissant de chocolate aquecido (a meio da manhã) e de uma alheira ao almoço que quase me levaram a conhecer o Hospital Amadora-Sintra...o jantar tem sido, pois, cházinho ou infusão de ervas reparadoras das paredes estomacais e espero, também, do cérebro para que nunca mais volte a comer duas coisas tão pouco saudáveis no mesmo dia...
A tentar entender o que se passa aqui na Rua da Boa Vista (rua de acesso a casa) pois de uns dias para cá alguém se divertiu a entupir as caixas de escoamento de águas nas valetas com ornamentos, nomeadamente, entulho, plantas arrancadas algures dos terrenos baldios próximos e muito lixo...se o objectivo for morrermos afogados nas cheias com as primeiras chuvas acho que vão conseguir...
A pensar e a esquematizar ideias sobre as pessoas que ouvi hoje...tanta gente diferente!! Como todos somos diferentes!!! E definitivamente o ser feminino é do caraças!! Fartei-me d…

A noite

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A noite embrulha prospectos de vida e, por vezes, devolve-nos o oco enfeitado com estrelas, e as idas aos locais onde vemos pessoas, livros, discos e onde rodopiamos a enganar o tempo, a nossa consciência, a própria vontade.

A noite e cada noite vai depositando certeza num lumiar de enganos, de choro que seca nos murais da aparência, do razoável, do que é sem o ser…