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A mostrar mensagens de Novembro, 2009

Se faz bem, a farmácia tem...

Hoje acordei assim...Sexy!
Não sei se, em tamanho, poderei comparar os meus lábios aos da bela e doce Scarlett Johansson ou se, aos ampliados beiços de botox do Castelo Branco.
Paira a dúvida...
Mas o Vírus do Herpes é o único que permite tais mutações...
Por isso hoje fui à farmácia comprar um carregamento de pensinhos que me permitam, pelo menos, proteger este viruzinho tão querido.
E constatei que a nova campanha das Farmácias Portuguesas, que já ouvi no rádio, tem todo o sentido...porque encontrei lá paciência...que é importantíssimo quando as pomadas já não funcionam.
"Tem de ter paciência, sabe?" - disse-me a farmacêutica. E vim muito mais aliviada...e a pensar que nas farmácias tem mesmo tudo que faz bem...

"Tem confiança para os inseguros...
Tem ânimo para os desanimados...
Tem amor para os apaixonados...
Tem coragem para os poderosos...
Tem força para os que estão a crescer...
Tem ambição..de nos receber"

Projecto(s)

Não me faltam razões de inspiração que, embora, me pulsem a motivação convidam-me a uma desconcentração saborosa que não tenho evitado, sequer.
O projecto do mestrado está em "águas de bacalhau" e por aí vai continuar até que o pânico se apodere de mim e eu decida traduzir alguma coisa em trabalho. Espero que isso não aconteça no último mês do prazo deste árduo trabalho, que não se harmoniza em nada com outros projectos bem mais preenchidos de vida e de emoções fortes. A estes não lhe chamaria "projectos"...são sonhos com arquitecturas reais, como se houvessem maquetas com pedacinhos de amor, paixão, partilha, paz, serenidade que esperam dias completos para passarem do esboço para a realidade.

Dos nós...

Imagem
Umas vezes prendem-nos...
Ao que somos e temos...
Ao que receamos deixar...
Outras vezes deixam-nos ir...
Perdem firmeza e deixam-nos soltar...
Desamarrar medos, angústias, receios...
Ora afastam, ora aproximam...

De saltos...

Nunca tive jeito para andar de saltos altos...
Mas sempre sonhei alto...
Caí muitas vezes...
Levantei-me outras tantas...
Agora quando a queda é semelhante a torcer um pé nuns Jimmy Choo...
É uma estragação completa...

Trovoada

Era uma trovoada se faz favor...que queime a TV...para ver se a Júlia Pinheiro se cala de vez!
Eu queria sossego para trabalhar, mas é, de todo, impossível!!!

"Gravitas"

Da Gravidade...
Da força...
Da atracção...
Da órbita...
Dos corpos...
Da aceleração...
Da velocidade...
Do espaço e do tempo...
Da natureza...
Da intensidade...

Não, não é de Galileu, nem de Newton que vos falo...
Porque somos imortais!!!

Po-po-po...

A Popota é a única excepção (aceite) ao padrão de beleza feminino...

Do trabalho

Tenho duas horas de sono...
Piscam luzes nos meus olhos e acordei com muito frio...
Esta correria toda para verificar, mais uma vez, que não há a realização almejada...que falta alguma coisa...
que gostava de ser mais positiva e ter mais para partilhar com as pessoas...
que por muitos anos que ande nesta vida vai faltar aquela sensação de dever cumprido, de sentir que criei algum valor nos outros ou na sociedade...
Frustração? Quem sabe...

Música em mim...

Acontece tudo ao mesmo tempo...eu não tenho limite de horas nos meus dias para viver...não quero! Quero tudo!
Às tantas surge a oportunidade de voltar a estudar clarinete e vou, mas volto um pouco triste...foram anos perdidos, os dedos tolhidos, os músculos da face tensos, a respiração trocada...a música não se quer assim...quer-se doce, suave como beijos quentes...e não é nada fácil lidar com isto. Perceber que, face ao trabalho, à rotinas, aos afazeres profissionais, uma parte de nós ficou para trás, sempre a clamar por atenção mas sem nunca ter a que merecia.
E percebo que existem outras pautas que quero seguir, sem nunca esquecer que tudo isto é uma partitura das grandes e estive até agora num longo compasso de espera...agora chegou a minha vez de fazer um solo...com ou sem clarinete!

Da Penumbra...

É sair da penumbra...tactear à procura daquilo que já conheço mas que esteve sempre demasiado perto e demasiado longe...
É renascer...

Do calor...

Fazem-se os primeiros testes...
Eu tenho a certeza que a culpa é da lenha...

Acender uma lareira não tem ciência nenhuma, manter a chama ou o fogo acesso é que é mais difícil...como outras coisas na vida...

Ser do Vento

Em flor te aguardo
Neste suspenso momento
Como se o vento
Fosse todo o meu resguardo

E assim me entendo
Ser desta fragilidade
Outra metade
De tão frágil fingimento

Que é seu talento
De entre as pedras ser aquela
Que nos revela
Em cada pedra um sentimento

Porém, se a flor
Tem no destino ser do vento
Há tanto tempo
E eu aguardo, meu amor

(Jorge Palma)

Se...(cont.)

Se ao menos eu pudesse parar o tempo...
Manter-me assim...imóvel, de respiração suspensa, à espera que nada mais aconteça e que não haja amanhã, não haja o regresso, o despegar desta força que mobilizou o meu ser.
Se ao menos eu pudesse parar o tempo...
Ser a praia, a luz, o vento, o nascer do dia, o rodopiar das folhas, a noite escura,o imenso luar, o dia de verão, o sol abrasador...
Se ao menos eu pudesse parar o tempo...
E devolver o que ele me foi tirando...a esperança, o desejo, a paixão, a ternura, as palavras, o sussurro da ilusão...
Se ao menos eu pudesse parar o tempo...
E permanecer desligada do mundo, dos planos, dos outros, das regras, dos minutos diminutos...
Se ao menos eu pudesse parar o tempo e ficar assim...eternamente feliz.

Se...

Se ao menos eu pudesse parar o tempo...