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Pensamento do final do dia

"Porquê? Para quê? Economiza os teus «porquê» e «para quê». Ou utiliza-os só até onde houver resposta. Porque a última resposta a eles é o impossível e o vazio. Ou então terás de mudar de universo. E estás cá tão bem*..." (Vergílio Ferreira) *Bem, bem não estou mas haverá outro para onde ir?

Portugalidade

Nas minhas deambulações de leitura pelos sítios do costume não resisto a referenciar isto aqui ... Porque nos dias que correm levamos com a portugalidade até dizer chega... Porque a primeira vez que ouvi este poema (e não tenho vergonha de o dizer) corria o ano de 2003 e foi no concerto encenado comemorativo do 25 de Abril, no qual tive o privilégio de participar, em Coimbra, sob a encenação de José de Oliveira Barata. Em dezenas de ensaios repetiram-se as cenas, as músicas, as canções, os poemas e eu, entre a concentração nas pautas e o ouvido bem atento, este foi o único texto de todo espectáculo que decorei...talvez pela garra com que foi declamado.

Manhãs

Esqueci-me de mudar a hora. Chove. Da noite e do sono aumentam as imcompreensões, as dúvidas, a revolta...nada será como dantes. Chove e faz frio mas ainda assim tenho de desentorpecer as pernas.

Primavera

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Porque já é Primavera... Porque hoje é sábado... Porque ouvi isto hoje pela primeira vez... Porque sim. " Sábado à noite não sou tão só Somente só A sós contigo assim E sei dos teus erros Os meus e os teus Os teus e os meus amores que não conheci Parasse a vida Um passo atrás Quis-me capaz Dos erros renascer em ti E se inventado, o teu sorriso for Fui inventor Criei o paraíso assim Algo me diz que há mais amor aqui Lá fora só menti Eu já fui de cool por aí Somente só, só minto só Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti Mesmo assim, quero ver te sorrir... E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três Se quiser ser feliz... Se há tulipas No teu jardim Serei o chão e a água que da chuva cai Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor Meu amor eu sou tudo aqui... Sábado à noite não sou tão só Somente só A sós contigo assim Não sou tão só, somente só"

Caminho

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Dormi às voltas com as palavras, com as imagens, ilusões, desilusões... Hoje procuro caminhos, num dia diferente onde procuro esvaziar o peso das palavras que romperam a beleza dos momentos. foto by flickr.com Oiço: "Enfim duma escolha faz-se um desafio enfrenta-se a vida de fio a pavio navega-se sem mar, sem vela ou navio bebe-se a coragem até dum copo vazio e vem-nos à memória uma frase batida hoje é o primeiro dia do resto da tua vida"

Dos estilhaços

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Diz-me lá Picasso...

Ainda sobre a Lua...

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Não foi sob esta vista que admirei o imenso luar de sábado à noite mas é impossível ficar indiferente à beleza desta foto. Palácio da Pena em Sintra