Ainda sobre..."Aquele meu querido mês de Agosto"

A música do Marante é inconfundível...
As ruralidades mais que muitas, mas mesmo assim as que vivo de perto parecem mais "softs" que aquelas que vi no filme...
Há ali uma pitada de exagero...
Neste tipo de filmes não gosto por nada das cenas de movimento...enjoam-me porque é como se estivessemos na 1ª fila do cinema a ver um filme em 3D...
Os grupos de baile eram muito xoxos para o habitual...para os meus lados dança-se enquanto se canta e veste-se roupa pirosa,muito pirosa...
Temos muitos "Paulos" na sociedade, às vezes gostaríamos de ser um deles, saltar da ponte de vez em quando, beber umas bejecas e faltar ao trabalho às segundas-feiras e ainda assim exigirmos mil euros de ordenado...
As romarias são assim mesmo...com a desafinação da banda, e mais ainda com marchas de compositor conhecido, é tão fácil reconhecê-las e mais difícil compreender como elas vão parar a uma Banda com um nome muito esquisito que toca nas Festas de S.Paio de Gramaços...
As idas ao rio ainda são assim...sem estrangeiros por perto...
O mais engraçado ainda foi ter visto o filme ao pé de três cotas naturais das freguesias que ali viam retratadas...comentários: "olha o rio Alva"; olha isto, olha aquilo, olha fulano, olha a casa deste e daquele...
E afinal o som? Que ideia foi essa dos sons onde eles não existem? Quem mistura Marante com sons da natureza? "Porque eu sou diferente de ti..."

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