O dia da Liberdade

O dia da Liberdade foi passado na "prisão" do sofá e da TV. O tempo não ajudou a grandes passeios e, sinceramente, o sono em atraso de um fim de semana agitado arrastou-me para uma letargia penosa para este dia 25 de Abril.
De alguns discursos na assembleia da república percebo que os jovens deviam viver mais o 25 de Abril, perceber e comemorar o seu significado. Pois e até concordo porque às vezes os jovens só tem uma perspectiva histórica muito reduzida, comprimida em meia de dúzia de folhas de um qualquer livro de história. E na verdade o que valorizamos é que o 25 de Abril é um belo feriado que nos permite sair à noite no dia anterior e dormir até às tantas no próprio dia (isto para quem tem vida social!).
Aliás, até a própria televisão consegue dar mais importância ao estado de saúde do Eusébio que à "revolução dos cravos". Realmente a melhor maneira de promover um hospital acabadinho de inaugurar é meter lá o "Pantera Negra" (já não posso ouvir falar disto na televisão, até parece que as homenagens são obrigatórias).
Agora sem desabafos enfadonhos vou recordar um grande espectáculo no qual participei, é isso mesmo... vou rever o DVD do concerto encenado comemorativo do 25 de Abril, realizado no TAGV em 2003.
Ai a Liberdade do sofá...

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