Story Telling

Hoje as minhas leituras voltam-se para a "Gestão de Conflitos".
É tão estúpida esta minha tendência de procurar nos livros ou nos artigos algo que me possa devolver fórmulas, soluções, meios de evoluir profissionalmente e pessoalmente.
Não sei se encontro alguma coisa, ou se no reverso, aumento a minha ignorância.
De facto, sempre utilizei muito a expressão "não sei" e não é porque não queira saber, porque não procure saber, mas antes porque parece que por alguma coisa que possa saber, não me é suficiente, gostava de saber mais, gosto sempre de saber mais.
Agora mesmo, sei comer iogurte com fruta...é bom! Adoro iogurte com fruta,mesmo depois do jantar!
A leitura do dia, ou melhor, da noite vai para o "conflito como processo" e pelos vistos nem tudo está perdido, porque avaliar um conflito como um processo é partir do princípio que o resultado poderá ser positivo, trazer algo de novo.
E quando penso em algo de novo vem-me à ideia que a reciclagem deveria ser aplicada a tudo que temos de mau: o ecoponto verde para os conflitos, porque às vezes somos frios como o vidro, o ecoponto azul para as "manias" porque às vezes não chegariam mil resmas de papel para anotar todas e todas as manias, birras, mesquinhices, coisas insuportáveis que descobrimos no dia-a-dia, um ecoponto amarelo para as mentiras, para remeter todos os sentimentos que não são puros e que parecem camuflar-se em falsas verdades, tal como um plástico fosco, ou alguma velha lata de metal ferrujenta.
Tudo bem separado com uma boa dose de paciência e enviado para a Sociedade Ponto Equilíbrio e Bondade e teríamos tudo devolvido em aspectos positivos e virtudes.
Do que me apercebo às vezes, e no meu dia-a-dia, é que os funcionários desta Sociedade devem estar em greve e o ecoponto está cheio e nem para o aterro mais próximo têm levado este lixo.
Bem...de volta à terra, julgava eu que os "conflitos" numa organização (ou tudo o que possa ser semelhante) seriam eliminados através da referência "às regras", procedimentos e definição de responsabilidades. Pensava eu que a ordem, a racionalidade, os canais formais (ou informais quiçá) e os procedimentos instituídos seriam bem evidentes (ou o suficiente) para pôr alguma (ou talvez muita) seriedade ao que se pretende no nosso trabalho.
Eu ainda devo acreditar que existe uma cultura própria, alguns exemplos de valores e comportamentos notórios que definem uma organização e que não nos orientamos apenas pela necessidade de competir de acordo com os interesses de cada um e evitar os interesses dos outros e fugirmos do compromisso como o "diabo da cruz".
E depois de alguma leitura termino com um gráfico que pela sua simplicidade é tão transparente, tão fácil de entender todo o blá, blá que já li para trás.



E Story Telling porque era o "nome" que gostaria de ter dado a este cantinho, a este Blog, porque aqui gostava de contar histórias, narrações, enredos...as histórias são bonitas, fáceis de memorizar, partilham muito mais que Banalidades que supostamente são tudo, mas no fundo não são nada. Story Telling seria mais bonito, mas...não sei!

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