Curtas...

Que tempo é este?
Agora que, volvidos 8, 10, sei lá, 15 anos, compro a minha 2ª toalha de praia que alguma vez tive, vem este vento e esta chuva?

E por falar em compras ontem dirigi-me a um centro comercial bem conhecido cá no norte para comprar um tapete para fora da porta...sim, um tapete...objecto que por tostão e meio compraria nos chinocas ou algures numa loja dos trezentos. Mas recuso-me a entrar nessas lojas. Nas primeiras porque acho que são negócios marados e definitivamente as licras, aquelas roupas manhosas, os quadros do Nosso Senhor a piscar e todas aquelas bujigangas não me atraem. Nas segundas, porque o cheiro a plásticos e a detergentes tóxicos infiltra-se-me no meu nariz e dá-me dor de cabeça.
Bem..depois desta breve explicação acerca das minhas preferênicas sobre onde fazer compras digo que, inúmeras vezes, me apeteceu chamar a atenção aos colaboradores de algumas lojas onde tenho entrado. Por um lado, sinto que não o devo fazer porque, certamente, essa gente tem supervisores ou chefes que deviam dar algumas dicas sobre atendimento ou chamar a atenção para pormenores que ficam muito mal se a vontade deles é servir bem. Por outro lado, considero que devo manifestar a minha opinião, enquanto cliente da loja, mesmo que essa opinião possa não ser bem aceite e muito mal julgada. Mas se há coisas em que reparo são nos pormenores quando estou num balcão para ser atendida ou numa caixa para pagar qualquer objecto. Normalmente as conversas dos funcionários são sobre quem fez o turno das horas tal e dessarumou a prateleira x e não fez o trabalho y e por aí adiante. Ora, isso transparece para os clientes o ambiente lindo e maravilhoso que se vive lá dentro e o gosto em falar da vida alheia em pleno momento que se atende os clientes. Não suporto! Fervem-me os nervos dos pés à nuca! Depois claro, estão tão concentradas (sim, é verdade, a maioria são mulheres)que não fazem aquilo que deviam fazer e não tiram os alarmes aos produtos e uma pessoa vai a sair da loja e tem direito à sinfonia do alarme e ao segurança que se apressa em vigiar aquilo que comprámos, pagámos e nem direito a um "obrigado" tivemos no final! E é nesse momento que me volto e digo o que deve ser dito. Mas não fica por aqui...numa outra loja de artigos para a casa uma funcionária esmera-se em tentar atender um magote de gente que está à volta na caixa. Não conseguindo obter um código de barras de um produto pergunta à colega que está pomposamente encostada a um armário, a usar o telefone da loja numa amena cavaqueira do género: "estás de férias?" "e vais à praia?" "mas vais levar os miúdos?" "temos de combinar o jantar e convidar o A e talvez o B, blá, blá". Pois bem, esta madame não estava muito incomodada com a confusão na loja e a colega, essa coitada, lá ia fazendo o que podia. Profissionais, precisam-se...

Estou a ouvir música e lembrei-me que na rádio, por estes dias um alarido tremendo...a nova música da Shakira...sobre essa senhora só tenho uma coisa a dizer: podia gemer um pouco menos e cantar mais!

Bem...vou pedalar na "Borboleta":)

Comentários

  1. algarve algarve! por estes lados sol não falta.. e os graus sobem alto e alto e alto!

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  2. Concordo contigo em relação aos funcionários das lojas! Parece que à medida que o tempo passa ficam mais trombudos e nos passam a ideia que nós é que temos que ser simpáticos se queremos ter servido!

    Como durante os meus tempos de estudante, trabalhei no atendimento ao público em lojas de centro comerciais não percebo a atitude e normalmente devolvo o comportamento na mesma moeda, mas sempre de forma educada!

    Acho que enquanto cliente não tomarmos uma atitude e não pedirmos para falar com o supervisor ou com o gerente as coisas não mudam!

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