Viana é...


Viana é luz. É rio Lima ladeado de vales verdes. É Santa Luzia e o zimbório com vista sem fim. É gelados no Cabedelo. É surf, windsurf e muito vento. É a Praia Norte com chá nos fins de tarde. É o chafariz na Praça da República e o Jazz na praça da Erva. É Natário ao fundo da Avenida. É folclore e farturas no verão. É fogo de artifício na ponte Eiffel. É filarmónicas na rua, é o bordado dos lenços dos namorados. É versos marotos nas cantigas populares. É Minho. É mulher trajada de mãos nas ancas e ouro ao peito. É a Senhora da Agonia, é romaria, é parada com usos e costumes, é sardinha assada e broa de milho. É ruelas com roupa a secar nas varandas, é o estaleiro ao fundo, é aldeia disfarçada de cidade. É Santoinho, gigantones e Zés-Pereiras. É o som dos bombos e das concertinas, os cantares ao desafio e os trajes das Lavradeiras.
Viana é a caravela do mar, é os bordados, o coração de ouro em filigrana, mulher trajada de mordoma, é flor, palmitos. É papas de sarrabulho, arroz de cabidela, galo pica no chão, arroz doce e vinho verde.
Viana é a rua dos pescadores, é a feira às sextas-feiras. É o Gil Eanes de olhos para o rio e para a cidade.

Viana é história, é uma história de amor.

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