"O que nunca direi"

Ontem, no concerto da Aldina Duarte:

(...)
"Espelho meu diz a verdade
Da idade da saudade
À mulher envelhecida
Segue em frente na memória
Mata a glória dessa história
Da princesa prometida"

Cada vez gosto mais de fado. E de fadistas como a Aldina que não estão constantemente nos olofotes dos palcos, do público de grandes massas, dos discos, do pressing de mostrar trabalho. Não conheço muito bem a fadista e a pessoa por trás da fadista mas encontrei palavras simples, sinceras e de gratidão.

O que nunca direi. Tudo se diz num fado, porque para mim é uma espécie de poesia ora contente ora descontente.

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