O barato sai...

Fedorento.
Foi assim, depois de comprar uma mochila nos saldos para substituir aquela com a qual já andava há mais de dois meses com a pega rebentada e com um nó mal amanhado.
E hoje, numa manhã de verão polaco com chuva torrencial, a dita apanhou água e agora é como se viajasse com uma tinturaria marroquina nas costas.
E quem já visitou esses lugares poderá bem assegurar que esse cheiro é coisa para levantar os mortos.


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