Fronteiras

Há mulheres, homens e crianças em busca de paz. Há crianças para quem começaram os primeiros dias de creche e infantário. Há pais ansiosos e saudosos nestes momentos e há outros que perderam ou abandonaram os seus filhos.
Há crianças a morrer de fome, afogadas, outras desamparadas sem direitos, sem educação, sem réstea de esperança nos países onde vivem ou em qualquer outro para onde fujam.
Somos esmagados diariamente por informação de uma Europa que falha, por um mundo centrado em questões económicas e tudo o que possa ser feito parece não chegar para tanta desgraça, sofrimento e carência.
Agora, ler algumas parvoíces daquilo que fazer para cada país ajudar é perceber o porquê de estarmos tão longe de saber construir o que se quer: humanidade.
E esta mesma sociedade que agora está chocada com a falta de apoio humanitário e as condições com que pessoas tentam galgar fronteiras será a mesma que se indignará e condenará outras problemáticas sociais com os mesmos intervenientes.

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