As medas

Vi as medas de palha no percurso entre Loureda e Sistelo, na Ecovia de Arcos de Valdevez.
No braseiro das encostas ali repousavam elas, ora com aspecto de terem sido formadas há pouco tempo, ou com aquela palha que denuncia terem passado mais do que um inverno.
Foi então que veio à memória o episódio do pé torcido quando subia a meda para a descer a escorregar. O pé mal pousado, o entorse, duas semanas a esconder o sucedido e um pé sem tornozelo.
A possibilidade de ir a um "endireita" fez-me nunca mais pensar em subir a uma meda de palha.
Até ao domingo passado.



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