sábado, novembro 12, 2016

Todas as vezes que casei

Foi com o Cohen.
Olhar pousado no chão, sob a aba do chapéu, lá estava ele com o Hallelujah, emprestando à cerimónia essa imagem bela de alguém atado a uma cadeira de cozinha.
Não levei nunca um bouquet de cactos, nem nunca servi chá e laranjas mas poderia dançar até ao fim do amor, sempre!

O amor não tem fim e os homens que escrevem sobre ele também não.



Sem comentários:

Enviar um comentário